Compositor: Donita Sparks
O que há com os acontecimentos
Em cada metrópole, em cada cidade
Tudo apertado é o novo estilo
Que eles têm em suas grandes mãos
Quando nós fingimos que estamos mortos
Quando nós fingimos que estamos mortos
Eles não podem escutar uma palavra que tenhamos dito
Quando nós fingimos que estamos mortos
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Viremos as mesas com nossa união
Eles não são morais e tampouco a maioria
Acorde e cheire o café
Ou simplesmente diga não à individualidade
Quando nós fingimos que estamos mortos
(Fingimos que estamos mortos)
Quando nós fingimos que estamos mortos
(Fingimos que estamos mortos)
Eles não podem escutar uma palavra que tenhamos dito
(Fingimos que estamos mortos)
Quando nós fingimos que estamos mortos
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Quando nós fingimos que estamos mortos
(Fingimos que estamos mortos)
Quando nós fingimos que estamos mortos
(Fingimos que estamos mortos)
Eles não podem escutar uma palavra que tenhamos dito
(Fingimos que estamos mortos)
Quando nós fingimos que estamos mortos
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)
Mortos, (vamos lá, vamos lá, vamos lá)
Mortos, (fingimos que estamos mortos)